quinta-feira, 17 de março de 2011

In the mood for...



"Nothing unusual, nothing's changed
Just a little older that's all"

domingo, 13 de março de 2011

Sobre a manif da "Geração à rasca"


Era inevitável para mim fazer um comentário sobre este tema. Porque não se fala de outra coisa em Portugal (vá, para além da Moda Lisboa, do sismo/tsunami no Japão e de futebol - como sempre). Mas, e principalmente, porque mexe com assuntos que me revolvem as entranhas.

Começo por dizer que fiquei muito orgulhosa do nosso povo, por ter aderido em massa a este protesto, indo contra a ideia de conformismo há muito tempo no nosso país instalada. Acho que foi um grande feito toda a união que se criou entre os portugueses, porque deixou de ser um protesto de uma geração, para passar a ser um protesto de todas as gerações. 
Mas, e apesar do meu balanço do dia de ontem ser positivo, receio que não vá ter grandes resultados. E o principal motivo para esse meu receio é uma das grandes bandeiras deste movimento, o seu "apartidarismo". Sim, podemos expressar a nossa revolta nas ruas. Mas, na minha opinião, o melhor sítio para expressar a nossa revolta é nas urnas, quando houver eleições. Aí sim, temos a faca e o queijo nas nossas mãos. Aí sim, o poder é do povo. E não é a votar em branco ou com abstenção que vamos conseguir a mudança de que tanto se fala. É por isso que tenho medo desse "apartidarismo" tão proclamado.
Na minha opinião (que é uma opinião como qualquer outra, pois não sou dona da razão), as coisas só vão mudar se as pessoas se lembrarem dos motivos que as levaram a sair de casa no dia 12 de Março de 2011, pensarem em quais foram os partidos que levaram o país a esta situação, e quando chegar à hora de eleger o próximo governo não votar neles. Porque tão culpado pelo estado do país como o governo é o povo que elegeu esse governo. Não vale a pena continuar a lamuriar-nos, a fazer manifestações, se vamos continuar neste ping-pong entre PS e PSD. Temos de nos fazer um povo a sério e perceber que só nós somos responsáveis pelo futuro do nosso país, os governantes não estão no poder por acaso, estão lá porque alguém os pôs. 

(Peço desculpa pela extensão do post... Eu bem disse que este assunto me revolve as entranhas!)

sexta-feira, 11 de março de 2011

Alexa Bag



Já não é de agora que meio mundo anda apaixonado pela Alexa bag, da Mulberry (e pela própria Alexa Chung), e eu não sou excepção. E como muitos de nós não têm disponibilidade financeira ("disponibilidade financeira" é uma expressão que soa muito melhor que um simples "não tem guito") para se aventurarem na compra da Alexa bag original, temos que nos contentar com alguma das diversas versões nela inspiradas a preços bastante mais convidativos.
A minha escolhida foi esta mala da colecção primavera/verão 2011 da Stradivarius:


E parece-me que nos próximos tempos não a vou largar :)

quarta-feira, 9 de março de 2011

Perfeição



Adoro todo o "mood" deste vídeo da campanha de Kate Moss para a Longchamp. As malas, os acessórios, as roupas, a música, os cenários, a Kate... Perfeição!

terça-feira, 8 de março de 2011

A Ler...


Bem, como isto anda... Como é hábito, tenho sempre ali do lado direito a capa do livro que ando a ler. Mas ando tão despassarada (gosto desta palavra), que nem me lembrei de trocar quando terminei de ler "O Bom Inverno", do João Tordo. É o segundo livro dele que leio, o primeiro foi "As 3 vidas", e só serviu para confirmar que o João Tordo é um grande escritor, um dos melhores da nova geração. As histórias dele, estão sempre repletas de mistério e são contadas com uma mestria que não passa despercebida. Quem já leu João Tordo, sabe perfeitamente do que estou a falar, quem ainda não leu, estão à espera do quê?! A não perder de vista.

Neste momento, estou a ler "A insustentável leveza do ser", de Milan Kundera, uma daquelas leituras "obrigatórias" que eu ainda não tinha feito. Como já estou quase a meio do livro, posso-vos adiantar que estou a gostar imenso, e é um livro muito "fácil" de se ler.

domingo, 6 de março de 2011

Intimismo



Eu já era uma confessa admiradora da Ana Moura, dos fados, da voz, do charme (...). E ter ido vê-la ao vivo só me fez reforçar essa admiração. 
A principal característica do concerto foi o seu intimismo, que é uma característica que bastante aprecio. A percepção que tive é que, independentemente do tamanho das salas, dos fabulosos vestidos que usa, a Ana Moura continua a cantar "para ela" (e isso é tão importante no fado!). Não posso, também, deixar de mencionar os brilhantes guitarristas que a acompanham... E que fizeram uns solos arrepiantes.
Saí da sala completamente rendida... E a música que aqui vos deixo, foi uma das que rendeu todo um teatro.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Húngaros


Neste momento estou agarrada aos meus húngaros - estou a falar dos biscoitos, obviamente -, e não tenciono largá-los enquanto não vir o fundo à caixa. Foi uma semana loooooooonga, tinha de me vingar em alguma coisa :)

E por falar em húngaros, já leram o "Budapeste" do Chico Buarque? Se não leram, leiam! Não digo que tenha adorado o livro, nem que faz parte dos meus favoritos, o que não é verdade, mas não deixo de o considerar uma boa leitura.

Deixo-vos, então, com essa sugestão de leitura, e porque não acompanhar a leitura com uns biscoitos húngaros? ;)

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

In the mood for...


Cat Power - The Greatest (live)


Podia ficar a ouvir esta voz em repeat. Flawless.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Random thoughts


Acho quase tão ridículo o filme "The Social Network" estar nomeado para a categoria de melhor filme nos Óscares 2011, como achei de no ano passado o "Up in the Air" estar nomeado para essa mesma categoria.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Das tragédias


Há pessoas que parecem ser perseguidas pelas tragédias... Ou então não.

Passo a explicar. Tenho uma amiga, com quem ando a tentar combinar um café há meses. Meses! Corrijo, não ando a tentar combinar, porque combinar nós combinamos, simplesmente esse café acaba por nunca se concretizar. Parece que, assim por obra de um santo qualquer - se calhar, um demónio qualquer aplica-se melhor a este caso -, sempre que temos alguma coisa combinada, lhe acontece uma tragédia. Ou é porque teve que ir arrancar um dente, ou é porque o periquito morreu, ou é porque a avó teve um AVC, ou é porque o pai fazia anos e ela se tinha esquecido, ou é porque o carro decidiu avariar nesse mesmo dia... E podia continuar dias e dias a listar as tragédias que lhe acontecem, precisamente nos dias em que temos coisas combinadas - mas que coincidência, hun? -. 
Se o periquito realmente morreu, ou se efectivamente aconteceu algo à avó dela, tenho imensa pena, e compreendo perfeitamente. Mas com tanta desculpa fica difícil de acreditar, não é? 
E pronto, isto para dizer, que não volto a tentar combinar o que quer que seja. Não esteja o facto de combinarmos cafés relacionado com o acontecimento das tragédias, e como eu não desejo mal a ninguém... Mais vale jogar pelo seguro.